Curitiba | Turistando pela Ópera de Arame, Pedreira Paulo Leminski e o Passeio Público

Aproveitei o último dia do ano e, em sequência, o primeiro dia do ano seguinte para visitar o Centro Histórico de Curitiba e os Parques e os Bosques da cidade. Clique nos links e leia detalhes sobre a minha visita por esses recantos curitibanos

A seguir, comentarei sobre minha turistada na Ópera de Arame, na Pedreira Paulo Leminski e no Passeio Público.

Veja meu roteiro Aqui!


 Ópera de Arame

Ópera de Arame em Curitiba
Passarela sobre o lago da Pedreira e a Ópera de Arame, ao fundo
O dia 1º de janeiro tirei para visitar os únicos atrativos turísticos de Curitiba que abrem em tal data: os parques e os bosques. Fique atento a isso, caso você vá passar o Réveillon na cidade.

Naquele dia levantei cedo e fui ao Bosque do Alemão. Dali a 4 km está a Ópera de Arame e junto a Pedreira Paulo Leminski.

Na Ópera de Arame há um pequenino estacionamento que rapidamente fica lotado. Como estava de carro, tive que estacionar numa rua secundária próxima.

No local há lojas, algumas delas bem sortida, de venda de souvenir e de queijos e bebidas, como o famoso Licor de Merda! Há também sorvetes e água de coco. Para o calor que estava fazendo, estes últimos cairam bem!
Licor de Merda
É real! O Licor é de merda mesmo!
Em dias de feriado, a Ópera de Arame lota de turistas, isso porque é um dos pontos considerados obrigatórios de visita, e vale lembrar que a linha turismo passa bem defronte. 

O acesso ao atrativo se dá a partir da travessia em uma passarela sobre o lago da Pedreira Paulo Leminski, e logo em seguida tem-se a Ópera que é um teatro inaugurado em 1992 e com capacidade para 1572 pessoas. O formato do teatro é circular e feito de aço e vidro. São estruturas metálicas que lembram arames. Na verdade os curitibanos gostam muito das estruturas aramadas, a exemplo desta e da estufa do Jardim Botânico e também da Rua 24 horas.
Ópera de Arame em Curitiba
Entrada da Ópera de Arame
Durante toda a minha visita, o local fervilhava de turistas de todas as partes do Brasil e de alguns países. Num empurra daqui, empurra dali, consegui entrar. O espaço onde acontece os espetáculos estava bastante quente, isso porque a estrutura permite que os raios solares penetrem. Acredito que as apresentações artísticas devam acontecer somente à noite ou durante um dia bem nublado.
Ópera de Arame em Curitiba
Interior da Ópera de Arame
 A visita ao local é rápida, não há muito o que ver ou fazer.

 Pedreira Paulo Leminski

Pedreira Paulo Leminski
Lago e a Pedreira Paulo Leminski
Ao lado da Ópera de Arame há a Pedreira Paulo Leminski. Aproveite e vá até lá conhecê-la.
 

O espaço era de fato uma pedreira, de onde se extraia gnaisse e migmatito para produzir calçamentos e brita para asfalto. Esse trabalho perdurou até 1980, quando a prefeitura decidiu transformar o local num atrativo turístico.

Ao sair da Pedreira fui almoçar um pedação de costela, lá no Costelão do Gaúcho. Saiba aonde e o que comemos durante essa turistada em Curitiba. (em breve)

 Passeio Público

Passeio Público de Curitiba
Pórtico do Passeio Público
A visita ao Passeio Público fiz no dia anterior, 31 de dezembro, quando percorri o Centro Histórico de Curitiba.

Após o almoço na Rua 24 horas, tomei o carro e rumei ao Passeio Público, que fica na região central da cidade. Trata-se de um espaço semelhante a uma praça cercada com grades, porém em seu interior há muitas coisas para se ver. Foi inaugurado em 1886.
 

O local é bem amplo e verde. Possui um belo lago com alguns animais em volta. Por falar neles, dentro do Passeio Público há um mini zoológico com exposições de pequenos animais, na sua maioria aves. Há também alguns aquários com pouquíssima variedade de peixes e que carecem de mais cuidado.

Legal também é a ponte que balança sobre o lago. Por lá tirei algumas fotos. Fica bem legal!

Passeio Público de Curitiba
Ponte que balança sobre o Lago
Passeio Público de CuritibaNo mais, encontrei no Passeio Público, banheiros e um posto da polícia. Há também muitos mendigos e pessoas de programa. Mas de uma forma geral o local merece uma visita e, quem sabe, aproveitar para descansar um pouco sobre a grama ou exercitar com um cooper.

Para conhecer mais o Passeio Público, assista ao vídeo que produzi sobre os Parques de Curitiba


Serviço:

Ópera de Arame e Pedreira Paulo Leminski 
Localização:
Rua João Gava, s/n°, Abranches
Tel.: (41) 3354 4482
Funcionamento:
Terça a domingo das 8h às 18h.

Entrada Grátis.

Passeio Público
Localização: 
Rua Luiz Leão, s/n°, Centro
Tel.: (41) 3323 3793

Funcionamento:
Passeio Público funciona de terça a domingo, das 6h às 20h.

Terrário e o aquário funcionam de terça a sexta-feira das 9h às 17h; sábados, domingos e feriados das 10h às 16h. 
Entrada Grátis.

 Dicas:
- A Ópera de Arame e a Pedreira Paulo Leminski não abrem no dia 1º de janeiro.
- Próximos a estes há o Bosque do Alemão, o Bosque Zanineli e a Universidade Livre do Meio Ambiente.
- Em dias úteis os estacionamentos de rua nos arredores do Passeio Público são disputadíssimos, logo sobra os estacionamentos privativos.
- A Linha Turismo passa em todos esses atrativos.

Leia mais:

> Parques de Curitiba 
> Bosques de Curitiba 
> Centro Histórico de Curitiba

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Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer

Era o segundo dia na cidade de Curitiba. Estava disposto, ansioso e com gosto de gás, terrivelmente motivado e ardente por conhecer os cartões postais da cidade - Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer.
Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Torre em forma de olho, no Museu Oscar Niemeyer
A terça-feira daquele dia 29 de dezembro prometeu muita chuva, e de fato assim foi, só que distribuída levemente ao longo de todo o dia. Apesar de não ter feito o frio característico da cidade, o tempo ficou agradável e muito nublado. Por um lado, com um tempo assim as fotos ficaram um pouco prejudicadas, mas nada que tenha desprazerado a bela visita a estes ícones importantes de Curitiba.

Levantei cedo e com as energias revigoradas depois daquele delicioso e rico café da manhã do Hara Palace Hotel, rumei para o Jardim Botânico, há 3,5 km de onde estava hospedado.
Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Estufa do Jardim Botânico
Na entrada há um estacionamento que, considerando a imensa quantidade de pessoas que visitam o Jardim, é pequeno. Logo de frente para a entrada há, do lado direito, um bistrô e uma loja de souvenir, pequena também.

Depois de uma caminhada de poucos metros me apareceu à frente os maravilhosos jardins estilo francês com suas belas flores vermelhas e rosas. Ao longo do ano diversas flores de cores variadas vão se revezando. E logo em seguida, vi a fonte de água e a tão bela estufa onde se guarda plantas típicas de nosso Brasil.

Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Jardim estilo francês

Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Fonte de água e, ao fundo, estufa do Jardim Botânico
Devo dizer que o espaço da estufa é também pequeno e há poucas plantas, isso também considerando o grande número de pessoas que se revezam para entrar e ao bafafá que se espalha Brasil afora em torno deste ícone curitibano. Mas, igualmente devo ressaltar que a arquitetura da estufa é bela e desperta nossas atenções com aquela estrutura aramada, feita de metal e vidro em formatos circulares. As três abóbodas, na parte superior, dão o ar genial e distinto à edificação.

Em todo o trecho do Jardim à Estufa, incluindo a fonte de água, tudo merece vários cliques de todos os ângulos possíveis. Experimente utilizar o bastão de selfie esticado ao máximo e o mais alto que seu braço alcançar e tire aquela foto básica e bela que mostra o Jardim visto de cima.

Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Jardim francês visto de cima a partir da estufa
 Depois de boas horas naquele espaço, mas ainda dentro do Jardim Botânico, caminhei para a esquerda em busca do Jardim das Sensações. Ao chegar, o encontrei fechado. É que no local há uma regra aparentemente fútil: o Jardim das Sensações fica fechado, e até mesmo é suspensa a visita, em momentos de chuva. Agora descubra onde está a lógica dessa regra numa cidade que foi apelidada amavelmente de Chuvitiba, em alusão à muita chuva que cai sobre o local durante todo o ano!

Naquele momento estava numa leve neblina. Mas o sol vez por outra aparecia. Foi em um desses momentos que voltei ao Jardim e o encontrei aberto. Fiz um rápido passeio pelos seus 200 metros de extensão, o que também é pequeno.

O Jardim das Sensações possui uma trilha estreita em forma circular ligada a uma curta ponte sobre um riacho. Ao longo da trilha há canteiros suspensos com diferentes plantas e seus aromas. Há a possibilidade de percorrer o local com os olhos vendados, mas isso só é permitido em caso de visita de grupos pré-agendados.

Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Parte central do Jardim das Sensações

Além disso, há no Jardim Botânico, o Museu Botânico e uma Floricultura com exposição e venda de plantas. Passei por esta última e comprei 5 espécies de cactos cultivados à la bonsai. Cada vaso custou R$ 4,00. Achei interessante também as plantas carnívoras.
 Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer Túnel de plantas!
Planta carnívora
Por tudo, não há dúvida de que o Jardim Botânico é sensacional. A prova é que previ um passeio de uma a uma hora e meia e passei a manhã inteira!

Araucárias, plantas típicas do Paraná
 Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer Túnel de plantas!
Jardim francês e, ao fundo, a estufa

 Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer Túnel de plantas!  
Dali fui almoçar no Restaurante Chimarrão, no centro, e depois rumei para o Museu Oscar Niemeyer. Cheguei ao local por volta das 14:30 horas e encontrei uma fila para compra do ingresso, e que parecia não ter fim.

Após quase uma hora em pé, cheguei à bilheteria. O tíquete custou 9 reais, e era confeccionado em material semelhante ao de cartão telefônico e que eles dizem ser colecionável. Então fica a dica: não rasgue o seu!! rsrsrs

Se não bastasse a primeira fila, enfrentei uma segunda para passar pelo raio X e entrar no Museu, e uma terceira para deixar meus apetrechos no lock, que é grátis. Além dessa forma burocrática de adentrar ao Museu, uma série de regras, todas proibitivas, são impostas. Destaco duas delas: não é permitido entrar com bastão de selfie e nem com garrafa com água. Mas fique tranquilo, você não passará sede, pois há bebedouros.
Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Fila para ingresso... fila para entrar no Museu... fila para guardar as tralhas
Devo ressaltar que o que tem de pequena a estufa do Jardim Botânico e podendo ser maior, tem de grande o Museu Oscar Niemeyer, podendo ser menor! Olha, o MON (abreviatura do nome) é muito grande mesmo, com espaços de exposição no subsolo, no térreo e nos andares superiores até no alto do olho. Aliás, além de MON, o local também é conhecido como Museu do Olho, isso em alusão ao formato de olho da torre à frente do Museu.

Mas antes que o chamem de Museu Oscar Niemeyer, acredito que o mais próprio seria Museu de Arte e Luz, isso porque o que mais há exposto são obras de artes, com quadros e estátuas, e jogos de luzes. Nesse caso, a denominação Museu do Olho até cai bem porque, de fato, diante de tanta arte e luz o que mais se aguça são os nossos olhos.

Vale muito à pena visitar as salas de exposição de estátuas, as de quadro pintados em tela, a de objetos antiques e a de jogos de luzes, além das belas maquetes espalhadas pelos pavilhões. Também é válida, e eu a fiz, a visita ao Olho, que é a torre. Lá é um espaço no escuro, onde os jogos de luzes dará a claridade rala ao ambiente. 
Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Jogo de luzes no Museu do Olho
Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
O branco reluz em meio ao jogo de luzes
Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Em que dimensão estou?
Curitiba | Fomos conhecer os cartões postais Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer
Objects antiques
Por todas as salas que fui passando, percebi uma grande oscilação energética e luminosa. Basta um pouco de atenção ao seu olho e perceberá que ele ficará atordoado com tanta mudanças no ambiente.

Algumas horas contemplando o MON, saí rumo ao Bosque do Papa, que fica ao lado do estacionamento do Museu, basta tomar uma trilha em meio à mata.

Gostou das informações? Quer ver tudo isso em vídeo? Pois acesse agora:

> JARDIM BOTÂNICO de CURITIBA
> Fui proibido de filmar no MUSEU OSCAR NIEMEYER em CURITIBA

DICAS

- Vale à pena visitar o Jardim das Sensações, dentro do Jardim Botânico, e embora aquele tenha a frescura de fechar em momento de chuva, atente para o fato de que mais cedo ou mais tarde o sol vai brilhar, é quando você poderá ir.

- Dentro da estufa há o térreo e o andar superior. As escadas e o piso do andar de cima são vazados, portanto se estiveres de saia, o caminhar por tais locais podem ficar comprometidos.

- Na floricultura do Jardim Botânico há diversas espécies de plantas e também souvenirs à venda. O pagamento poderá ser feito com cartão de débito e crédito.

- Os estacionamentos do Jardim Botânico e do MON, são grátis. Mas em caso de lotação, você poderá estacionar nas ruas próximas. Não havia exigência do ESTAR (sistema pago de estacionamento em via pública de Curitiba). O funcionário do MON me falou que até então nunca havia tido problemas em relação a roubos.

- No MON, além das duas regras que citei, também não é permitido filmar, mas você pode fotografar, claro que será sob os olhares fulminantes dos seguranças trajados de terno preto.  

- No MON, há um Café e loja de souvenir.

- O pagamento do ingresso no MON poderá ser feito com cartão de débito e crédito.

SERVIÇO

> Jardim Botânico
Entrada Grátis
Localização: 
rua Eng°. Ostoja Roguski, 690. – Jardim Botânico. 
Tel: (41) 3264-6994 (Administração) / 3362-1800 (Museu) / (41) 3264-7365 (Exposição)
Funcionamento: 
de segunda a domingo
das 06h00 às 20h00 - durante o horário de verão.
das 06h00 às 19h30 - durante o horário de inverno.

> Jardim das Sensações
Entrada Grátis
de terça a sexta-feira, das 09h às 17h (se não estiver chovendo!).

> Museu Oscar Niemeyer
Entrada:
R$ 12,00 (inteira)
R$ 6,00 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação, doadores de sangue, pessoas com necessidades especiais)
Gratuita (menores de 12 anos, maiores de 60 anos, grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas, guias turísticos acompanhados de grupos, jornalistas, taxistas, membros da APAP e do ICOM.
Localização:
rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico.
Tel: 41 3350.4400
Funcionamento:
de terça a domingo, das 10h às 18h.

Venda de ingressos e acesso às salas de exposição até 17h30.

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Leia mais:
> Parques de Curitiba 
> Bosques de Curitiba

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Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba (com mapa de caminhada)

Sob a informação dada em sites mantidos pela prefeitura de Curitiba de que alguns pontos turísticos do Centro Histórico mantém atividades normais em dias de feriados, tracei o roteiro de caminhada histórica para o dia 1º de janeiro, um feriado internacional.
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Centro Histórico de Curitiba - Rua São Francisco, uma das primeiras na capital
No roteiro original, previ iniciar pela Rua 24 horas, seguir pelo Calçadão e ir desbravando o setor histórico até a Mesquita muçulmana. Mas, inverti o percurso. Subimos do Hara Palace Hotel, onde estávamos hospedados, na Avenida Iguaçu até a Mesquita. De lá, fomos até a Praça João Cândido, que é bem próximo, e estacionamos o carro na Rua Jaime Reis, defronte a uns restaurantes.

Na praça, paramos para ver as Ruínas de São Francisco e, ao lado destas, um belo prédio, porém abandonado, que deveria ser o Belvedere. Quanto às ruínas, trata-se da construção inacabada da Igreja de São Francisco de Paula, que estava a ser erguida no século XIX pelos portugueses. Em volta da edificação em ruínas há duas cercas metálicas e, no mais, o mato estava tomando conta do local.  
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Mesquita muçulmana de Curitiba
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Ruínas da Igreja de São Francisco de Paula
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Detalhe dos Arcos e grade nas Ruínas de São Francisco
Descemos da praça e já do outro lado, avistamos o Museu Paranaense, um prédio de 1876 e que guarda uma parte da história do Paraná. O museu estava fechado. Na verdade, todos os atrativos do Setor Histórico de Curitiba estavam fechados para visitação, e as redondezas vazias com um e outro gato pingado pelas ruas.

Temi por nossa segurança e pensei seriamente em abortar a missão histórica, mas aquele dia era o nosso penúltimo na cidade e o roteiro previa mais andanças e descobertas para o dia seguinte. Logo, não poderíamos acumular.

Ali, defronte ao Museu, olhei para a esquerda e avistei o Largo da Ordem e aquelas belas edificações barrocas... Não contive a ansiedade em conhecê-las e rumamos para lá.

Paramos em frente ao Palácio Garibaldi, procurei imediatamente pelo Relógio das Flores e não o vi. O Palácio é uma edificação italiana iniciada em 1887 e terminada em 1904. Muitos fatos históricos se sucederam ali dentro, mas hoje o espaço é utilizado para a realização de festas sociais, tais como casamentos.

Ali há uma parada da Linha Turismo. A partir desta colocamos os pés no famoso Largo da Ordem, não havia feira pois esta só acontece aos domingos. Contemplamos a bela edificação barroca de 1946 da Igreja do Rosário, bem como a Fonte da Memória, construída em 1995 e que retrata o tempo no qual imigrantes e tropeiros arriavam seus cavalos e mulas no local e estes iam beber na fonte.
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Igreja do Rosário, construção barroca de 1946
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Fonte da Memória, onde cavalos e mulas bebiam água
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Fonte da Memória e, ao fundo esquerdo, Palácio Garibaldi
Ainda em busca do Relógio das Flores porque sabia que ele estava ali em algum lugar, uma vez que este é um presente dado pelos joalheiros a Curitiba em 1972, aguçamos os olhares e o encontramos em meio a um matagal. Infelizmente, tanta erva daninha em sua volta, a visão que tivemos foi mínima.
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Palácio Garibaldi e o Relógio das Flores
Nas proximidades do Largo da Ordem há alguns restaurantes e lojas de artesanatos. Também havia diversos mendigos dormindo sobre a grama e outros caminhando pelas redondezas. A verdade é que em Curitiba há muitas pessoas morando na rua.
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Largo da Ordem
Continuamos o trajeto e descemos por uma rua de paralelepípedo, a Claudino dos Santos. Havia poucos transeuntes, e de um lado e outro diversas edificações históricas, do século XIX portanto, e muitas inspiradas na arquitetura alemã. Mas uma delas se destacava, a Casa Romário Martins, construída nos moldes portugueses no século XVIII, e que abriga exposições e atividades voltadas para pesquisas sobre Curitiba.

Defronte a esta casa há um pequeno Largo com uma concha ao meio e cheia de água. A paisagem fica bem legal, mas confesso que parei um pouco e refleti bastante sobre a dengue e seus malefícios... No mais, passamos pelo Solar do Rosário e o Memorial de Curitiba, ambos são espaços culturais.

Até aqui estávamos com 40% do roteiro cumprido. Então continuamos e atravessamos a Rua Barão do Serro Azul e entramos numa rua bem estreita, com prédios antigos e coloridos de um lado e outro. Era a Rua São Francisco, uma das mais antigas de Curitiba. Em toda a sua extensão há pequenos restaurantes, mas quase todos estavam fechados.
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Estreita e antiga, porém bela e colorida rua São Francisco
Seguimos dali até a Universidade Federal do Paraná e adiante, o Teatro Guaíra. Ambos ficam em uma e outra extremidade da Praça Santos Andrade. A sede da UFPR está em um prédio magnífico que há muito gostaria de conhecê-lo. Em estilo greco-romano, o prédio data de 1916 e possui grandiosas colunas e uma escadaria íngreme. Desejo realizado!
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Estações Tubo. O Problema aí é que os trocadores não dispõem de sanitários...
Nas proximidades, exato na Rua Presidente Faria, por detrás da UFPR, retratamos as famosas Estações Tubos de Curitiba.

Com 50% do trajeto concluído, não restava mais senão caminhar pelo famoso Calçadão de Curitiba, ou como queiram chamar Rua das Flores em alusão às flores que haviam defronte às casas, ou então Rua XV de Novembro.
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Parte detrás da UFPR, rua Presidente Faria
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Bela construção que abriga a UFPR
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Colunas gigantescas na UFPR
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De 1916, eis a fachada greco-romana do prédio da UFPR 
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Teatro Guaíra
Por todo o Calçadão há lojas e galerias (e flores). Caminhamos com calma e aproveitamos para gastar alguns reais com bugigangas femininas

Da rua avistamos a Praça Generoso Marques e o belo Paço da Liberdade. Fomos até lá e o fotografamos depois de uma observada em sua arquitetura de 1916. Uma bela construção, não há dúvida disso!
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Bela construção do Paço da Liberdade em Curitiba
Voltamos à XV de Novembro e encontramos o tão pequeno mas badalado Bondinho da Leitura. Estava fechado, solitário e aparentemente invisível para os transeuntes do momento. Mas nós o vimos e o retratamos em algumas fotos.

Já com fome e cansados, chegamos à Fonte da Praça General Osório e decidimos nos esbaldar em massas para recompor as energias, num restaurante da Rua 24 horas. Mas, àquela altura precisávamos antes de um banheiro, que não o encontramos no local. Então fica a dica: ali próximo à Rua 24 Horas, já na rua Comendador Araújo, há o Shopping Omar que dispõe de banheiros limpos.
Rua das Flores e o Bondinho da Leitura
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Bondinho da rua XV de Novembro e, ao fundo esquerdo, Palácio Avenida
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Fonte de água da Praça General Osório
Voltamos para a Rua 24 Horas que é um espaço edificado com metal e semelhante à Ópera de Arame, onde se encontra inúmeros restaurantes e lojas de souvenirs e de informação turística. Ali paramos e pedimos massas e grelhados.
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Fachada da Rua 24 Horas
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Vai aí uma massa com grelhado?
Curitiba | Um rico passeio pelo Centro Histórico de Curitiba
Servidos?
As andanças continuaram após o almoço e o referido descanso. Se você tiver a curiosidade de saber para onde fomos, então clique aqui (em breve).

Para mais informações e mapas sobre o Setor Histórico de Curitiba, acesse o Curitiba Turismo

Para o mapa de caminhada, peço que aguarde mais um pouco.

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Leia mais:
> Parques de Curitiba

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Curitiba | Interessantes histórias e belas paisagens nos Bosques do Papa, do Alemão e Zaninelli

Curitiba, a capital paranaense, já recebeu o título de cidade ecológica, isso porque procura criar e preservar áreas verdes como Parques, Bosques e Praças.

Escrevi anteriormente sobre os Parques de Curitiba, cujos visitei em minha estada pela cidade. Hoje, trago o relato de viagem e turistada nos principais Bosques de Curitiba.

Aperte os cintos e atente bem aos detalhes que vou escrever porque uma visita a cada um desses bosques vale à pena e será para sempre recordada. Aproveite ao máximo sua estada nessas áreas verdes e de muita história e gratidão!


BOSQUE DO PAPA

No dia 29 de dezembro, uma terça-feira e meu segundo dia na capital paranaense, acordei cedo e fui visitar os cartões postais da cidade - Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer - deste último rumei para o Bosque do Papa, que fica bem ao lado, basta andar por uma trilha nas proximidades do estacionamento do MON.

Mas como estava de carro, tomei outro percurso, baseando-se no endereço fornecido pela prefeitura. Mas de antemão quero corrigir dois equívocos: o acesso principal é feito pela rua Wellington de Oliveira Vianna e não exatamente pela Rua Mateus Leme, como informa a prefeitura, embora tenhamos que passar por esta última para acessar aquela primeira rua. Outro, é em relação ao funcionamento que diz ser ininterrupto. Quanto aos dias de funcionamento, sim; mas quanto ao horário, o Bosque do Papa fica aberto somente até as 19 horas.

Cheguei ao Bosque por volta das 17 horas, e embora duas horas antes do fechamento, neste havia somente aberto os portões principais. Todas as casas, incluindo aí o Memorial da Imigração Polonesa já estavam cerradas. A loja de souvenir estava a atender o último cliente e fechou segundos antes de eu chegar à porta.


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Capela
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Em frente ao Bosque do Papa, uma ciclovia de ligação aos parques São Lourenço e Barreirinha
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Entrada do Bosque do Papa
De qualquer forma passeei pelo pequeno mas belo Bosque do Papa João Paulo II até o horário em que o vigilante me informou que fecharia os portões centrais.

Acredite, vale muito à pena uma visita ao local. As casas, todas de madeira de araucária e que datam do final do século XIX, precisamente de 1878, foram trazidas das antigas colônias de poloneses que moravam nos arredores de Curitiba. Nesse cenário pitoresco se destaca o verde e o colorido de muitas flores que, em conjunto, transformam o Bosque num espaço agradabilíssimo e muito, mas muito mesmo, fotogênico.
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Casas de madeira de araucárias, de 1878
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Ao fundo a Capela
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O cenário é daqueles de conto de fada


Um ensaio fotográfico, seja profissional ou amador, deverá sair perfeito. Por isso, antes de ir, carregue as baterias das máquinas e disponha de um bom espaço no cartão porque o cenário é belo, fantástico com aquele ar pitoresco.

As casas são bem próximas umas das outras, e os jardins coloridos também. Ademais há algumas trilhas entre a mata que vale também percursar.

Há também em uma das casas uma espécie de carroça que era utilizada pelos camponeses no transporte de alimentos. O veículo à tração animal, possui rodas de madeira. 
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Casinha de madeira e sua porta minúscula
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Jardins próximo à Capela e ao Palco ao ar livre
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Ao fundo, loja de Souvenir
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Sensacional esta paisagem!
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O Papa João Paulo II tomou um cafezinho nesta casinha de madeira
No Bosque não há estacionamento, mas na rua de acesso há algumas vagas que poderão ser utilizadas.

Entrada Grátis
Localização:
Rua Wellington de Oliveira Vianna x Mateus Leme x Rua Vieira Santos x Rua Mário de Barros, Centro Cívico
Funcionamento:
Bosque: diariamente, das 6h às 19h
Memorial: Segunda, das 13:30h às 18h / Terça a Domingo das 9h às 18h

Mais informações, acesse o site


BOSQUE DO ALEMÃO

No feriado internacional, o 1º de janeiro e meu quinto dia de viagem, acordei por volta das 8 horas e depois daquele recheado e vigoroso café da manhã do Hara Palace Hotel, rumei para o Bosque do Alemão.

O Bosque foi transformado em Memorial da Imigração Alemã, e nada mais justo que homenagear ao grande compositor alemão da música clássica erudita barroca com a dedicação de um espaço chamado Oratório de Bach, em estilo neogótico e voltado para a realização de concertos.
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Memorial da Imigração Alemã
Curitiba | Interessantes histórias e belas paisagens nos Bosques do Papa, do Alemão e Zaninelli
Oratório de Bach
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Teto do Oratório de Bach, estilo alemão
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Ponte que conduz à Torre dos Filósofos
Cheguei cedo e não havia muitos turistas. Logo corri pela passarela até o Mirante onde está a Torre dos Filósofos com 15 metros de altura. Do alto se avista boa parte de Curitiba e do verde da mata nativa.
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Torre dos Filósofos e, ao fundo, cidade de Curitiba
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Já em descida rumo ao Portal


Dali desci os inúmeros degraus feitos de madeira de eucalipto que em certos pontos balança com o nosso caminhar. Cheguei ao solo e percorri a Trilha dos Contos, onde, ao longo do caminho, uma história sobre "João" e "Maria" é contada em painéis ao lado da mata.

Aqui, semelhante ao Parque Tanguá, o lugar é um vale, por isso é necessário sebo nas canelas para percorrer as trilhas e descer e subir escadas!
Curitiba | Interessantes histórias e belas paisagens nos Bosques do Papa, do Alemão e Zaninelli
Trilha que dá acesso ao Portal
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Um descanso na trilha e, ao fundo, a ponte
Atravessei uma pequenina ponte e tomei o percurso de uma outra trilha que conduz ao Pórtico ou Portal. É uma bela construção alemã que encaixa bem num cenário colorido de flores.
Memorial na Praça da Cultura Germânica
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Pórtico com arquitetura alemã e detalhes originais
No Bosque do Alemão encontrei banheiro, lanchonete (estava fechada) e segurança municipal. Não há estacionamento, mas é possível deixar o carro na rua mesmo.

Entrada Grátis
Localização: 
Rua Francisco Schaffer x Rua Nicolo Paganini x Rua Franz Schubert, Vista Alegre
Funcionamento:
diariamente, das 8:00 às 18:00

Mais informações, acesse o site


BOSQUE ZANINELLI E UNILIVRE

Ali, bem próximo ao Bosque do Alemão há o Bosque Zaninelli, e junto a este, no mesmo lugar, existe a Unilivre, a Universidade Livre do Meio Ambiente que oferece cursos eventuais e regulares na área ambiental.
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Universidade Livre do Meio Ambiente - Unilivre
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Bosque Zaninelli e, ao fundo, o lago e o cisne negro
Aproveitei a proximidade e segui. Logo à frente do Bosque há um pequenino estacionamento e o início da passarela com arcos coloridos e de metal. Ao lado há loja e café (estavam fechados), bem como os banheiros e guarda municipal.
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Portal com arcos de metal coloridos
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Café e Souvenir
Continuei pela passarela que é rente ao chão e em meio à mata úmida. Alguns metros depois deparei-me com um belo lago e um cisne negro solitário a deslizar sobre as águas. Logo à frente há um paredão rochoso, um gramado e um palco ao ar livre.

É um cenário deslumbrante, e mormente por imaginar que ali era uma área de extração de granito e hoje é um paraíso, embora num espaço bem pequenino, mas que rende excelentes e inesquecíveis fotos. Aqui, assim como no Bosque do Papa, um ensaio fotográfico também cai bem!
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Trilha em meio à mata que conduz ao lago do Bosque Zaninelli
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Lago e, ao fundo, cisne e paredão rochoso
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Bancos de pedra no anfiteatro ao ar livre
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Pequeno, mas belo lago!
Ao lado do palco há a Unilivre, uma edificação em formato circular de madeira bruta e vidro. O acesso é feito através de rampas que circundam toda a universidade, que por sua vez ocupa um pequeno espaço no bosque.

Subi a rampa circulando a universidade e aos poucos fui vendo as pequeninas salas de aula e aquele espetáculo de beleza que é o Bosque Zaninelli.

Cheguei ao topo, um mirante de 15 metros de altura de onde se contempla perfeitamente o lago e o seu cisne, o palco ao ar livre e a universidade, tudo integrado harmoniosamente com a natureza bela.
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Vista a partir do mirante de 15 metros. Ao lado, a Unilivre
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Vista do lago a partir do mirante
Entrada Grátis
Localização: 
Rua Victor Benato, Pilarzinho
Funcionamento:
Bosque – diariamente, das 8:00 às 19:00
Universidade – 2ª a 6ª feira, das 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00
Biblioteca – 2ª, 4ª e 6ª feira, das 14:00 às 18:00 / 3ª e 5ª feira, das 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00

Mais informações, acesse o site

DICAS

> Ficam bem próximos um do outro o Bosque do Papa, o Bosque Zaninelli, o Bosque do Alemão, o Parque São Lourenço, a Ópera de Arame e a Pedreira Paulo Leminski e o Parque Tanguá.
> A Linha Turismo passa em todos esses pontos turísticos.

Agora que você conheceu os principais Bosques de Curitiba, vale muito à pena ler o que escrevi sobre os Parques de Curitiba, assim o Circuito da Natureza estará completo e o seu roteiro em Curitiba ficará rico.

Se você gostou desse passeio e quer vê tudo isso em movimento, pois assista ao vídeo BOSQUES DE CURITIBA - Bosque Zaninelli e UNILIVRE, Bosque do Alemão, Bosque do Papa

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